domingo, 30 de maio de 2010

Assojuris divulga andamento da greve


ESCLARECIMENTO E MOBILIZAÇÃO
Atos Públicos em Ribeirão Preto e Monte Alto


RIBEIRÃO PRETO - Os dirigentes da ASSOJURIS prosseguem realizando atos em todo o Estado, buscando a mobilização de um número cada vez maior de servidores no movimento paredista. Nesta quinta-feira, Em Ribeirão Preto, um grande número de servidores participou de um Ato realizado em frente ao fórum.
Os servidores deliberaram pela continuidade do movimento, pela realização de piquetes diários para o convencimento dos servidores que ainda não aderiram a greve e pela realização de visitas de conscientização em comarcas da região, começando por Araraquara, na próxima segunda-feira, dia 31 de maio.
Participaram do ato em Ribeirão Preto, o Presidente da ASSOJURIS, Antônio Carlos Capela Novas, o Vice, Carlos Alberto Marcos, o Alemão, o Secretário Geral, Adolfo Benedetti Neto, o Pardal, o Tesoureiro Geral, Valdir Gaspar de Andrade, e o Presidente do Conselho Fiscal, Humberto Otoni.
MONTE ALTO – Capela e Alemão seguiram ainda para Monte Alto, onde, no início da tarde, realizaram uma reunião com a participação de mais de 50 servidores, entre eles representantes de Jaboticabal e Taquaritinga.
Durante o ato, dois magistrados da comarca deram mais uma demonstração de uma atitude arbitrária e ditatorial obrigando os servidores de duas serventias a retornarem imediatamente as suas serventias. Os servidores presentes deliberaram pela volta destes servidores ao trabalho, com uma salva de palmas.
Todos os presentes reprovaram a atitude dos magistrados. Um comportamento, aliás, que não foi tomado nem pelo Presidente do TJ/SP. Mesmo com a saída de alguns servidores, o ato prosseguiu sendo considerado um sucesso. A diretoria da ASSOJURIS parabeniza a todos os servidores pela participação no Ato Público e no movimento grevista.
NOVOS ATOS – Nesta sexta-feira, dia 28 de maio, serão realizados atos em Jaboticabal, ás 13h30, e uma comitiva de servidores segue para Taquaritinga, onde uma nova mobilização acontece ás 15 horas. Dirigentes da ASSOJURIS também estarão em Batatais, a partir das 15 horas.
DIVULGAÇÃO – Diariamente, o site da ASSOJURIS divulga as datas e horários dos Atos Públicos e Assembléias. Para divulgar as informações da sua comarca, envie os dados  e fotos para os emails:marcio@assojuris.com.br ou giulianomarcos@hotmail.com.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Iamspe passa a oferecer exames laboratoriais em Tatuí


Do jornal É Notícia, 17.05.2010.

Os usuários do Iamspe em Tatuí já podem realizar seus exames laboratoriais no Laboratório Cruzeiro, que fica na rua Do Cruzeiro, nº 493, no Centro. Para ser atendido, basta que o usuário apresente a carteirinha do Iamspe, o RG e a guia de solicitação de exame. Esta guia é fornecida pelos médicos credenciados da cidade.
Segundo o interventor da Santa Casa de Misericórdia de Tatuí, Antonio Marcos de Abreu, esta conquista dos usuários do Iamspe de Tatuí é fruto de uma parceria entre a Santa Casa e o Laboratório Cruzeiro, que realiza os exames laboratoriais para o hospital. Marcos revelou também, que na próxima semana, terá uma resposta sobre uma parceria para a realização de exames de imagem. O interventor ainda ressaltou que os conveniados do Iamspe continuam tendo a internação na Santa Casa, com direito a todo atendimento médico e exames feitos pelo hospital.
Outra novidade para os usuários é a parceria entre o Iamspe e a Diagnósticos da América, dona das marcas Delboni Aurieno e Lavoisier. Unidades da rede de laboratórios vão atender os usuários do Iamspe em mais de 50 cidades. As primeiras regiões beneficiadas foram Grande São Paulo, Baixada Santista e ABCD. Cidades como Assis e Sorocaba estão entre os próximos municípios a ter uma unidade do Delboni Auriemo ou Lavoisier.
O credenciamento de médicos continua aberto e o Iamspe tem todo o interesse em ampliar a rede de atendimento. Para isso, porém, é necessário que os profissionais médicos queiram firmar parceria com o Instituto. O médico é remunerado por consulta, no valor de R$ 34 e recebe o dinheiro diretamente em sua conta. Mais informações sobre o credenciamento podem ser obtidas no site www.iamspe.sp.gov.br.
Médicos em Tatuí
Os médicos de Tatuí que atendem os conveniados do Iamspe são: Clínica Médica: Rua do Cruzeiro, 1022 – Centro, tel: (15) 3251 4173; Clínica Médica, Cardiologia: Rua Cônego Demetrio, 890 – Centro, tel: (15) 3251-4941; Ortopedia: Rua 13 de Fevereiro, nº321, Centro, tel: (15) 3205-2526; Otorrinolaringologia: Rua Cap. Lisboa, nº 715, Cj. 33 – Edifício 1º de Maio, Centro, tel: (15) 3259-1152

quinta-feira, 13 de maio de 2010

MEDIDAS JUDICIAIS COMBATERÃO ATO DITATORIAL E ARBITRÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA


GREVE DO JUDICIÁRIO


Em razão da publicação da Resolução nº520/2010, neste dia 13 de maio de 2010 já deverá ser interposto o primeiro mandado de segurança visando resguardar os direitos dos servidores. De acordo a maioria das jurisprudências que versam sobre a questão da greve do setor público civil, os servidores que estiverem exercendo o legítimo direito de greve não podem sofrer ameaças como as constantes da referida resolução.

“REMÉDIO JURÍDICO” - Assim, a ASSOJURIS, por meio de seu Departamento Jurídico, está ingressando com o referido “remédio jurídico”, para resguardar direitos da categoria. Tal medida também será seguida pelas demais entidades representativas dos servidores.
O que nós podemos assegurar aos servidores é que, além deste pedido de liminar formulado no Mandado de Segurança, a atitude arbitrária certamente será removida por ocasião da apreciação do Dissídio Coletivo de Greve, já instaurado.
LEGALIDADE DA GREVE - Aguardamos, já nas próximas horas, decisão preliminar do Relator, Desembargador Hamilton Elliot Akel, que apreciará petição apresentada pelo Sub-Procurador Geral do Estado, Ary Eduardo Porto, na audiência de Tentativa de Conciliação, ocorrida no último dia 11 de maio, oportunidade em que suscitou a apreciação da legalidade ou não da greve dos servidores do Poder Judiciário Paulista.
“O Tribunal de Justiça não pode, em momento algum, o tolher, o legítimo direito de greve dos servidores, assegurado por lei”, faz questão de frisar a Diretoria da ASSOJURIS.

(Do site da Assojuris)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

TENTATIVA DE CONCILIAÇÃO INFRUTÍFERA


DISSÍDIO COLETIVO POR GREVE


Foi infrutífera a Audiência de Conciliação do Dissídio Coletivo de Greve, marcada para a tarde desta terça-feira, dia 11 de maio, no Palácio da Justiça, em São Paulo. Na reunião, presidida pelo Vice-Presidente Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Desembargador Marco César Muller Valente, estiveram presentes, o Sub-Procurador Geral do Estado, Ary Eduardo Porto, o Procurador de Justiça e representante o Ministério Público, Wallace Paiva Martins Junior, além do Desembargador Antônio Carlos Malheiros, e das funcionárias do TJ/SP, Lilian de Paula e Neusa Roque.
Representando os servidores estiveram presentes advogados representando o Sindicato União e todas as demais entidades que compõe o Dissídio Coletivo de Greve, inclusive a ASSOJURIS.
Não houve conciliação e amanhã deverá ser sorteado um desembargador do Órgão Especial que deverá presidir a instrução do Dissídio. Em meio á reunião, o Vice-Presidente do TJ/SP se dirigiu ao Sub-Procurador sugerindo que ele entrasse em contato com o Governador para que ele viesse pessoalmente ou enviasse um Secretário, já que ele próprio não tinha o que negociar.
Depois de um tempo, o Governo retornou a ligação dizendo que não vai negociar, uma vez que esse problema é do Tribunal de Justiça e dos servidores, e que não caberia ao Executivo discutir questões financeiras.
Foi informado ainda que o Procurador Geral do Estado também já estaria ingressando com um pedido alegando a ilegalidade da greve.

Fonte: Assojuris

Caminhada no entorno do Fórum João Mendes

PLANO DE CARGOS E CARREIRAS É APROVADO NA ASSEMBLÉIA


A GREVE CONTINUA


A força da mobilização da categoria, com a presença de milhares de servidores no plenário e em frente ao prédio, fez com que a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo aprovasse, por unanimidade, na noite desta quarta- feira, dia 12 de maio, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 43/2005, que institui o Plano de Cargos e Carreiras dos servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

CONTINUIDADE DA GREVE - A votação teve início no final da tarde, quando os mais de 10 mil que participaram da Assembléia Geral, na Praça João Mendes, onde foi deliberada a continuidade da greve, seguiram até a sede do Poder Legislativo como forma de pressionar os parlamentares a votar o projeto, que estava na ordem do dia, e tramitava desde 2005.

MULTIDÃO EM FRENTE A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - Enquanto um grupo de servidores ocupou a galeria do plenário até que ela estivesse completamente lotada, uma multidão permaneceu na parte externa, onde dirigentes de entidades, entre eles da ASSOJURIS, recebiam informações sobre o andamento da sessão via telefone celular e repassavam imediatamente a todos os presentes.
ACERTIVA DA GREVE - Para os dirigentes da ASSOJURIS, a aprovação do PCC é mais uma demonstração da acertiva da categoria em deflagrar a greve, uma vez que apenas 15 dias de movimento paredista já foram suficientes para que um projeto que tramitava há 5 anos fosse aprovado. A mobilização, portanto, deve servir de incentivo para aqueles servidores que ainda não aderiram á paralisação se somem com os companheiros que já encampam essa luta pela recomposição salarial.
PLANO DE CARGOS E CARREIRAS - O texto do PLC 43/2005 foi aprovado na forma da Emenda Aglutinativa Substitutiva 25, que alterou o índice de cálculo da gratificação atribuída no projeto aos oficiais de Justiça. Segundo a emenda, os oficiais de Justiça passam a receber, em vez de ajuda de custo, uma gratificação especial de trabalho judicial, a ser calculada com base em 15,51% sobre o valor do padrão do cargo em que estiverem enquadrados, na jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Fonte: Assojuris

segunda-feira, 10 de maio de 2010

GREVE CHEGOU A TATUÍ



A greve do Poder Judiciário chegou a Tatuí. Nesta segunda-feira, não houve audiências no Ofício Criminal: quase todos os servidores aderiram à greve. Nas varas cíveis a adesão está mais lenta, mas tende a crescer. Nesta terça-feira, há reunião marcada no Tribunal de Justiça, em São Paulo. O resultado será apresentado em assembleia na quarta-feira, na Praça João Mendes, para decidir o rumo a ser tomado. Os servidores reivindicam reposição salarial de 20,16%.

Conservatório faz arranjo para hino da Apamagis

O Conservatório de Tatuí fez o arranjo do Hino da Apamagis (Associação Paulista dos Magistrados), que tem música de Ana Amazona e letra de Paulo Bomfim. O arranjo para Banda Sinfônica, Orquestra Sinfônica e Coro foi feito por Marcelo Afonso. Na quinta-feira, Ana Amazona, acompanhada das juízas dra. Ligia Berardi e dra. Renata Xavier, acompanhou o primeiro ensaio oficial, quando o juiz Marcelo Salmaso fez participação especial como primeiro trombone. Um evento especial está sendo agendado para o mês de julho para o lançamento oficial do hino.
Fonte: Jorge Rizek, O Progresso de Tatuí, 09.05.2010.

sábado, 8 de maio de 2010

Cesário Lange recebeu Unidade Avançada de Atendimento Judiciário


O Tribunal de Justiça de São Paulo instalou nesta sexta-feira (7/5), uma Unidade Avançada de Atendimento Judiciário (UAAJ) na cidade de Cesário Lange, a 153 km da capital.  O município conta com aproximadamente 15 mil habitantes e cerca de 11 mil eleitores.         



        A solenidade foi realizada na Câmara Municipal da cidade. O corregedor-geral de Justiça, desembargador Antonio Carlos Munhoz Soares abriu a solenidade representando o presidente do TJSP, desembargador Antonio Carlos Viana Santos.         
        O juiz da Vara do Juizado Especial Cível de Tatuí, Marcelo Nalesso Salmaso, que será responsável pela UAAJ, falou da importância da instalação. ”Estamos aqui diante de um dia muito especial para todos, não apenas para as autoridades municipais e juízes, mas principalmente para toda a população de Cesário Lange”, afirmou o magistrado. Ele prosseguiu, lembrando que a Constituição Federal prevê como direito fundamental para todo aquele que se sentir lesado, o direito de se socorrer junto ao Poder Judiciário. E é essa a principal função da Unidade Avançada: levar Justiça ao cidadão que se sentir prejudicado em quaisquer de seus direitos. Ele encerrou seu discurso agradecendo a presença do desembargador Munhoz Soares e a colaboração do prefeito de Cesário Lange, dos vereadores, servidores do judiciário e as polícias civil e militar, além da guarda municipal.         
        O prefeito municipal Ramiro de Campos falou do progresso que tem chegado a Cesário Lange nos últimos tempos, que culmina agora com a instalação da Unidade Avançada  de Atendimento Judiciário, “um embrião para a chegada do Fórum Distrital ao município, que completa 51 anos de vida em 2010”.         
        Encerrando a solenidade o corregedor-geral de Justiça, desembargador Antonio Carlos Munhoz Soares, ressaltou a importância de a solenidade estar sendo realizada nas dependências da Câmara Municipal de Cesário Lange, local responsável pela elaboração das leis que irão garantir os direitos da população. Munhoz Soares lembrou que é a segunda UAAJ recebida pela Circunscrição Judiciáira de Itapetininga nos últimos anos; há pouco tempo instalou-se a Unidade Avançada de Atendimento Judiciário de Capela do Alto. Ele aproveitou a oportunidade para lembrar o fato de que se fala muito em paz, que é o que se busca na conciliação, mas muitos se esquecem de lembrar da primeira pessoa a dizer a palavra paz; daquele que resolveu entregar-se em nosso lugar. “Se hoje tenho 44 anos de carreira na magistratura e irei me aposentar aos 50 de serviço público, a quem devo agradecer?”, perguntou o desembargador.  Por fim, evocou a força do interior do estado de São Paulo, citando algumas de suas  principais cidades. “E é isso que está se fazendo aqui hoje, trazendo a justiça para mais perto do povo. Cesário Lange já não é a mesma a partir de agora; muitos pensamentos serão concretizados a partir de hoje, com a chegada da UAAJ”, completou.        
        Estiveram presentes também, entre outras autoridades, o presidente da Câmara Municipal de Cesário Lange, Luciano César de Toledo; o promotor de justiça Jacques Marcel Abramovitch, representando o procurador geral de justiça do Estado de São Paulo; os juízes Aparecido César Machado, diretor do fórum de Itapetininga; Ligia Cristina Berardi Ferreira, diretora do Fórum de Tatuí; Jair Antonio Pena Junior, responsável pelo fórum de Porangaba; Renata Xavier da Silva, diretora do fórum de Tietê e o procurador de justiça José Manoel Mendes Castanho.         
        O objetivo das Unidades Avançadas é  facilitar o acesso da população à Justiça, atendendo ações de competência do Juizado Informal de Conciliação e do Juizado Especial Cível.          
        A UAAJ ficará sob responsabilidade de Ligia Cristina Berardi Ferreira, juíza da 3ª Vara Cível e diretora do Fórum de Tatuí  e do juiz da Vara do Juizado Especial Cível de Tatuí, Marcelo Nalesso Salmaso.                                    


Do site do Tribunal de Justiça - SP      

sexta-feira, 7 de maio de 2010

OAB pede suspensão de prazos processuais em São Paulo




O presidente da seccional paulista da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Luiz Flávio D’Urso, enviou nesta quarta-feira (5/5) um ofício ao Tribunal de Justiça de São Paulo pedindo a suspensão dos prazos processuais. A medida foi tomada após levantamento da própria OAB ter constatado que a greve dos servidores do Judiciário do Estado já tem, em média, adesão de 30% dos trabalhadores.
Segundo D’Urso, os problemas decorrentes da paralisação dos funcionários do Judiciário estadual, em greve desde o dia 28 de abril, já estão sendo sentidos em muitas comarcas importantes do Estado, como Ribeirão Preto e Campinas, onde se estima uma adesão acima da média.
“Na maioria das comarcas do Estado, os serviços nos protocolos e distribuidores estão prejudicados com a falta de funcionários e longas filas. Muitas audiências vêm sendo suspensas e os cartórios estão trabalhando de forma deficiente, aumentando a lentidão do serviço prestado”, afirma o presidente da entidade.
Ainda segundo D’Urso, em foros como os da região do ABCD, Presidente Prudente e São José dos Campos a adesão à greve é baixa. “Mas como os advogados trabalham com prazos, esses pontos de estrangulamento estão prejudicando o pleno exercício profissional e a defesa do jurisdicionado”, afirma o chefe da seccional de São Paulo.
A Ordem afirmou que considera justas e apoia as reivindicações dos servidores da Justiça, de reposição salarial (20,16%), plano de cargos e carreira e melhores condições de trabalho. Mas faz uma ressalva.
“Não podemos admitir a greve que fecha os fóruns, impede os advogados de realizarem seu trabalho e tira do cidadão a possibilidade de ter seu direito assegurado judicialmente. Defendemos que o diálogo continue aberto entre o Tribunal de Justiça e as entidades representativas dos serventuários na busca de um consenso”, diz D’Urso.(Da Redação - Última Instância)


Do site da Assojuris

Assembleia do dia 28 de abril

segunda-feira, 3 de maio de 2010

TRIBUNAL DEVE FÉRIAS PARA 16.800 FUNCIONÁRIOS

Carol Rocha e Luciana Lazarini
do Agora


Uma decisão da 14ª Vara da Fazenda Pública da capital deverá facilitar avida dos 16.800 servidores ativos do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que venderam as férias, mas não receberam a grana. O pagamento das férias e das licenças-prêmio dos funcionários do Judiciário estadual está atrasado desde 2001, segundo o TJ-SP.
O TJ-SP informa que aproximadamente 16.800 servidores da ativa têm grana de férias a receber, e cerca de 13.200 servidores ativos aguardam o pagamento de licenças-prêmio. A dívida soma cerca de R$ 300 milhões, segundo o TJ-SP.

terça-feira, 27 de abril de 2010

TJ-SP é desastroso e nada apresenta aos servidores

por Sylvio Micelli / ASSETJ (*)

Nada além de 15 minutos. Esse foi o retrato de uma reunião desrespeitosa por parte do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e que ocorreu nesta tarde (27) na Capital, às vésperas do início de uma Greve Geral da categoria.

A reunião, convocada pela presidência do Tribunal, contou com a presença apenas do desembargador Antonio Carlos Malheiros, que preside a Comissão Salarial do TJ. O magistrado deu alguns informes que, nem de longe, casam com os anseios dos servidores. Muito pelo contrário: foi uma reunião mais que desastrada e que, literalmente, joga gasolina no incêndio. 

Com a presença de todas as entidades representativas de Servidores do Judiciário, Malheiros deu início à reunião pouco depois das 15 horas. Disse que havia conversado com o presidente do maior Judiciário do País, desembargador Antonio Carlos Viana Santos e informou o seguinte:

1. que o 
Plano de Cargos e Carreiras, instituído pelo Projeto de Lei Complementar nº 43/2005 poderá entrar em votação no mês de maio próximo;

2. que não haverá proposta de 
reposição salarial por parte do Tribunal de Justiça. Segundo Malheiros "apenas no segundo semestre, talvez no mês de agosto, é possível que venha alguma coisa, mas sem saber o percentual";

3. que o Tribunal de Justiça está fazendo 
reuniões com o Banco do Brasil para restabelecer os limites de cheque especial que foram tirados dos servidores, "para voltar a uma situação anterior" e que, num período de até 180 dias, possam surgir linhas de crédito especiais aos servidores.

Essas foram, digamos, as "propostas" apresentadas, oficialmente, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, ressaltando-se que se tratou de uma reunião meramente informativa.

Diante disso, os interlocutores eleitos pelas entidades começaram a se pronunciar. Todos foram unânimes em fazer críticas profundas ao comportamento do TJ, ainda mais às vésperas de uma greve destacando-se ser um "falta de respeito" para com aqueles que, realmente, trabalham pela Justiça e o cidadão paulistas. 

O desembargador Antonio Carlos Malheiros rebateu as críticas. Disse que a reunião foi iniciativa dele e que não estava pedindo para as entidades suspenderem o movimento grevista marcado para amanhã.

Dito isso, o auditório se esvaziou com a saída de todos os representantes e jornalistas que participaram da reunião.

E agora?

A luta continua. Se alguém ainda tinha alguma dúvida, não há mais nada a declarar ou esclarecer. A única alternativa é a paralisação total das atividades a partir desta quarta, dia 28 de abril, conforme deliberação da Assembleia Estadual realizada no último dia 14.

Todos, então, à 
Assembleia Geral Estadual, nesta quarta, 28 de abril às 13 horas na Praça João Mendes, no Centro da Capital. Os servidores que não vieram devem paralisar totalmente suas atividades e fecharem as comarcas em todo o estado.

Reivindicações e Comissão
O ponto principal de reivindicação dos Servidores do Judiciário é a reposição total das perdas salariais num montante de 20,16% advindos do descumprimento das datas-base de 2009 e 2010 por parte do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O índice também contempla um residual da data-base de 2008, que também não foi paga. A reposição salarial anual é um mandamento constitucional (Artigo 37, X da CF). 

A presidência do TJ paulista recebeu as entidades em janeiro passado. De lá para cá não houve mais nenhuma reunião, muito menos qualquer negociação ou apresentação de uma contraproposta.

Demonstrando união de propósitos de todas as entidades foi criada uma Comissão de Negociação permanente com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Haverá a participação de todas as entidades nesta Comissão, mas foram eleitos sete interlocutores. São eles: José Gozze (Assetj), Hugo Coviello (Assojubs), Elisabete Borgianni (Aasptj-SP), Carlos Alberto Marcos "Alemão" (Assojuris), Yvone Barreiros Moreira (Aojesp), Antonio Grandi (Apatej) e Wagner José de Souza (Sindicato União). A escolha foi feita pelo conjunto das entidades representativas que tem se reunido desde o início da Campanha Salarial 2010.
(*) Texto único aprovado pelo conjunto das entidades representativas de Servidores do Judiciário do Estado de São Paulo

domingo, 18 de abril de 2010

Servidores do Judiciário de São Paulo decretam greve a partir do dia 28

por Sylvio Micelli / ASSETJ


Cerca de 3 mil servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo participaram, nesta tarde, de uma Assembleia Geral na Praça João Mendes. Por unanimidade, foi decretada greve geral que terá início no próximo dia 28 de abril. O dia também foi marcado por paralisações em diversas comarcas do Estado e prédios da Capital.


Segundo o presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), José Gozze, o período de 15 dias será utilizado para fortalecer o movimento no primeiro dia de greve. "A assembleia aprovou o início da greve a partir do dia 28 para que haja tempo suficiente para que trabalhemos o restante da categoria para aumentar a adesão ao movimento", analisa.


A Assembleia, que teve início pouco após as 14 horas, transcorreu de forma tranquila. Todos os representantes das 14 entidades participantes da coordenação se manifestaram. Relataram a necessidade da reposição salarial, as precárias condições de trabalho e fizeram severas críticas ao presidente do TJ paulista, desembargador Antonio Carlos Viana Santos por sua postura de não negociar com a categoria e se submeter aos desmandos do governo do Estado.


Além da aprovação da greve geral a partir do dia 28, a Assembleia aprovou, também, a formação de um Conselho de Representante de Prédios e Comarcas que vai auxiliar o conjunto das entidades no trabalho a ser feito. A reunião preparatória destas comissões ocorre no próximo dia 21 de abril (quarta), às 14 horas, na sede Conselheiro Furtado da Assetj (Rua Conselheiro Furtado, 93 - 1º andar, Centro da Capital).


O ponto principal de reivindicação dos Servidores do Judiciário é a reposição total das perdas salariais num montante de 20,16% advindos do descumprimento das datas-base de 2009 e 2010 por parte do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A presidência do TJ paulista recebeu as entidades em janeiro passado. De lá para cá não houve mais nenhuma reunião, muito menos qualquer negociação ou apresentação de uma contraproposta.


Na reunião passada foi aprovada pelas entidades a criação de uma Comissão de Negociação permanente com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Haverá a participação de todas as entidades nesta Comissão, mas foram eleitos sete interlocutores. São eles: José Gozze (Assetj), Hugo Coviello (Assojubs), Elisabete Borgianni (Aasptj-SP), Carlos Alberto Marcos "Alemão" (Assojuris), Yvone Barreiros Moreira (Aojesp), Antonio Grandi (Apatej) e Wagner José de Souza (Sindicato União). A escolha foi feita pelo grupo de 14 entidades representativas que tem se reunido desde o início da Campanha Salarial 2010. São elas: Assetj, Aojesp, Assojubs, Affocos, Affi, Assjesp, Apatej, Assojasp, Aecoesp, Exeje, Aasptj-SP, Assojuris, Fespesp e Sindicato União.


Pelo Estado


Durante a realização da Assembleia Geral foram sendo informadas diversas comarcas que paralisaram suas atividades no aguardo dos resultados do evento na Capital. A Cidade Judiciária de Campinas, por exemplo, fechou suas portas. Muitas comarcas do Litoral também pararam.


Em Ribeirão Preto, segundo informações da representante da Assetj na cidade, Margarida Falcão, diversos servidores, inclusive diretores de cartório, participaram do ato que foi realizado na comarca ao longo do dia.


Alguns cartórios da Capital também fecharam suas portas. Isso ocorreu no Fórum João Mendes, Complexo Criminal Ministro Mário Guimarães (Fórum Criminal da Barra Funda), Santana, Lapa, Pinheiros, entre outros.


Ao todo, segundo informações de representantes, cerca de cem comarcas e prédios estiveram representados na Assembleia.

sábado, 3 de abril de 2010

SOBRE A APOSENTADORIA ESPECIAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA



Por Rudi Cassel
Vários mandados de injunção que patrocinamos suscitarão requerimentos individuais de aposentadoria especial nos próximos dias, a exemplo de outros que já tramitam, destinados à aposentadoria especial.
O objetivo original da medida judicial foi conferir eficácia ao direito que, desde 1988, reclama regulamentação por lei complementar. Com as decisões proferidas, abre-se a possibilidade de afastar de determinados grupos os efeitos reformas previdenciárias que passaram a exigir 35 anos de contribuição para homem, 30 anos de contribuição para mulher, 60 anos de idade para homem, 55 anos de idade para mulher, além de outros requisitos.
Este texto resume cada etapa divulgada pelas associações e sindicatos em suas páginas eletrônicas, apresentando uma síntese para o esclarecimento da situação atual, dividida entre perguntas e respostas.
1) A partir de quanto tempo de atividade é possível fazer o requerimento?
Os mandados de injunção concederam parcialmente a ordem para que as autoridades apreciem os requerimentos individuais dos oficiais à luz do artigo 57 da Lei 8.213/91, que prevê aposentadoria especial aos 15, 20 ou 25 anos de atividade, conforme a natureza da atividade. O STF não quis aplicar a Lei Complementar 51/85.
Como os esclarecimentos requeridos em embargos/agravos não foram prestados e estes se tornaram irrelevantes diante da PSV 45 e do processo administrativo que se encontra com a Ministra Cármen Lúcia, a omissão permite a invocação do prazo de 20 anos do Decreto 3048/99.
Não há garantias de que esse prazo vá prevalecer sobre 25 anos, mas a partir de 20 anos de atividade, independente de idade mínima, o oficial poderá protocolar o requerimento disponibilizado por sua associação/sindicato. É importante que sigam esse modelo.
2) É necessário idade mínima?
Não, as aposentadorias especiais não exigem idade mínima, mas tempo de atividade especial mínimo (carência na atividade).
3) A aposentadoria será com paridade?
Os requerimentos, assim como o mandado de injunção, foram formulados com pedido expresso de paridade (justificado, antes de qualquer norma infraconstitucional, pelas regras constitucionais), daí a importância de que os modelos sejam observados.
4) A aposentadoria será com integralidade?
A analogia aplicada pelo STF prevê 100% da remuneração (artigo 57, § 5º, da Lei 8.213/91). Os requerimentos associam esse fato a outros fundamentos para demonstrar que a aposentadoria especial deve ser deferida com integralidade. Há pedido expresso no modelo de requerimento.
5) É possível converter tempo especial em comum?
O Decreto 3048/99 (art. 70) prevê a possibilidade de conversão de tempo especial em comum, conforme a tabela abaixo:
TEMPO A CONVERTER
MULTIPLICADORES
MULHER (PARA 30)
HOMEM (PARA 35)
DE 15 ANOS
2,00
2,33
DE 20 ANOS
1,50
1,75
DE 25 ANOS
1,20
1,40

Não há precedentes sobre a conversão como resultante da decisão dos mandados de injunção. Porém, consideramos a matéria desdobramento da legislação usada por analogia, motivo pelo qual elaboramos requerimento específico, que deverá ser adaptado a cada caso, observando as peculiaridades do tempo que se pretende converter.
Exemplos: (i) se o parâmetro a se consolidar na esfera administrativa for pela aposentadoria especial aos 20 anos da atividade de risco, 10 anos de atividade do oficial (x 1,75) representam 17,5 anos de tempo comum para homem e (x 1,5) 15 anos de tempo comum para a mulher; (ii) se o parâmetro se consolidar pela aposentadoria aos 25 anos de atividade, 10 anos do oficial (x 1,4) representam 14 anos de tempo comum para o homem e (x 1,2) 12 anos de tempo comum para a mulher.
IMPORTANTE: se houver conversão de tempo especial em comum, retorna a necessidade do cumprimento dos demais requisitos, devendo-se completar o tempo de contribuição (35/30), a idade mínima (60/55) e a carência no serviço público, carreira e cargo, com a ressalva das regras de transição trazidas pelas Emendas Constitucionais 41/2003 e 47/2005.
6) É possível converter tempo comum em especial?
Até 28/04/1995, último dia anterior às alterações promovidas na Lei 8.213/91 pela Lei 9.032 (publicada no DOU de 29/04/1995), houve previsão de conversão de tempo comum em especial para filiados ao RGPS, conforme a tabela abaixo (artigo 57 do Decreto 357/91 e artigo 64 do Decreto 611/92):    
Atividade a Converter
Multiplicadores
Para 15
Para 20
Para 25
Para 30 (Mulher)
Para 35
(Homem)
De 15 Anos
1,00
1,33
1,67
2,00
2,33
De 20 Anos
0,75
1,00
1,25
1,50
1,75
de 25 Anos
0,60
0,80
1,00
1,20
1,40
De 30 Anos (Mulher)
0,50
0,67
0,83
1,00
1,17
De 35 Anos (Homem)
0,43
0,57
0,71
0,86
1,00

Com base nos desdobramentos da legislação aplicada por analogia pelo STF (Lei 8.213/91, vinculada ao RGPS), é possível defender a tese de que o tempo comum do servidor, até 28/04/1995 (inclusive), pode ser convertido em tempo especial, se isso for útil para finalizar o tempo especial de 20 ou 25 anos na atividade de risco.
Exemplo: (i) se prevalente a interpretação pelos 20 anos, 10 anos do tempo comum representam (x 0,57) 5,7 anos de tempo especial para homem e (x 0,67) 6,7 anos para mulher; (ii) se prevalente a interpretação pelos 25 anos, 10 anos de tempo comum representam (x 0,71) 7,1 anos para o homem e (x 0,83) 8,3 anos para mulher.
IMPORTANTE: Não há garantias de que os requerimentos de conversão venham a ser deferido, pois tanto a conversão de tempo especial em comum como a conversão de tempo comum em especial serão objeto de interpretação administrativa, visto que o STF não admitiu se manifestar especificamente sobre essa questão.
O fundamental é que há elementos para os pedidos e o oficial pode buscar a via administrativa para, a partir da decisão nesta via, verificar se serão necessárias e quais as medidas possíveis na esfera judicial, o que dependerá de consolidação, tendo em vista a novidade do tema.
7) É possível pleitear abono de permanência?
Assim como no caso da conversão, adentramos o terreno dos desdobramentos da concessão parcial da ordem no mandado de injunção, usando as regras conexas como conseqüência necessária.
Sob esse enfoque, o abono de permanência pode ser requerido, usando-se o modelo disponibilizado por associações/sindicatos aos seus associados/filiados.
IMPORTANTE: em função dos Projetos de Lei Complementar 554/2010 e 555/2010, que pretendem regulamentar a aposentadoria especial de algumas categorias com restrições superiores ao que se defende nos mandados de injunção, não há garantias de que aqueles que optarem pelo abono de permanência poderão se aposentar futuramente pelas regras do mandado de injunção, caso uma das leis complementares inclua a atividade e seja publicada antes do futuro pedido de aposentadoria.
8) O que significa concessão parcial da ordem nos mandados de injunção?
A concessão parcial deriva de duas questões. Primeiro, o STF não concede a ordem para determinar a aposentadoria do oficial, mas apenas que o órgão analise seu pedido (e defira), à luz dos artigos 57 e 58 da Lei 8.213/91. Segundo, ele considera que apenas essa decisão é cabível, sem complementos.
9) O servidor é obrigado a optar pela aposentadoria especial?
Não. A aposentadoria especial é apenas mais uma opção, prevista no § 4º do artigo 40 da Constituição do Brasil de 1988, ou seja, não é compulsória e não afasta a opção pelas demais modalidades de aposentadoria, se o servidor não tiver interesse na aposentadoria especial.
10) Eu obtive a aposentadoria pelo mandado de injunção, mas a lei complementar futura será pior, eu terei que me desaposentar ou devolver valores?
O direito foi adquirido e exercido pelo requerimento na vigência do MI, portanto o artigo 5º, inciso XXXVI, da Constituição não permite que seja desconstituído por suposta eficácia retroativa da futura lei complementar.
11) Não concordo com alguns pontos de vista deste artigo e do requerimento. E se meu requerimento for indeferido?
A sugestão de requerimento parte da experiência acumulada até o momento com as questões envolvendo direito administrativo, tributário e previdenciário de servidor público. A concordância com sua sistemática não é obrigatória.
Para aqueles que tiverem visão diferente e resolverem alterar ou inserir questões de convencimento pessoal, não há impedimento objetivo a isso. No entanto, a dúvida sobre se o requerimento será ou não atendido não é razão para não protocolar e buscar uma solução. Na pior hipótese, será indeferido.
Por outro lado, não há coisa julgada administrativa no ordenamento jurídico brasileiro, portanto requerimentos indeferidos não impedem novo protocolo. Além disso, os servidores com direito à aposentadoria especial são os precursores dessa matéria, diante de décadas de omissão legislativa.
Logo, os servidores não encontrarão um arcabouço de precedentes administrativos favoráveis, de modo a pacificar e certificar da vitória futura, nos exatos termos de cada pergunta e resposta deste artigo. Antes, serão agentes dessa conquista.
Assim, o processo será dialético, não há como identificar antecipadamente qual solução será obrigatoriamente adotada em cada região, mas é fato que algumas medidas contribuirão para essa certeza, desde os resultados deferindo ou indeferindo os requerimentos até o julgamento da PSV 45 ou do PA que está com a Ministra Cármen Lúcia.
Isso não impede os protocolos dos requerimentos, pois há uma corrida contra o tempo, em função da tramitação dos PLPs 554/2010 e 555/2010, que poderão comprometer a eficácia futura dos mandados de injunção para aqueles servidores que não tiverem exercido o direito à aposentadoria sob sua vigência.
12) Quais os modelos de requerimentos disponibilizados pela associação ou pelo sindicato?
Em todos os processos com decisão favorável foi requerida ciência da autoridade responsável pela concessão da aposentadoria. É importante conferir se o Gabinete da Presidência dos tribunais envolvidos já recebeu o ofício do STF; do contrário, a autoridade informará que ainda não foi comunicada do resultado do mandado de injunção, como razão para indeferir o requerimento.
Para auxiliar, encaminharemos para a entidade titular do MI uma tabela semanal com informações sobre os ofícios que já foram despachados em Brasília, pedindo o auxílio dos representantes locais para que, tão logo oficiada a autoridade, seja permitido o protocolo dos requerimentos.
Em função da impossibilidade de prever todas as variações individuais, os requerimentos fornecidos por associações e sindicatos são modelos genéricos para:
(a) aposentadoria a partir de 20 anos na atividade de risco,
(b) conversão de tempo especial em comum;
(c) conversão de tempo comum em especial;
(iv) pedido de abono de permanência.
A partir da realidade de cada oficial, este complementará o requerimento com seus dados e algumas informações importantes. Após, protocolará no órgão de recursos humanos responsável pela apreciação dos pedidos.
Dentro do requerimento, há um espaço para copiar e colar a parte dispositiva da decisão do mandado de injunção da entidade a que é associado/filiado o servidor, as decisões estão disponíveis no site do STF (www.stf.jus.br), no campo consulta processual ou decisões monocráticas, bastando digitar o número do MI.
(transcrito do site da Aojesp)

terça-feira, 23 de março de 2010

Iamspe e Santa Casa de Tatuí esclarecem dúvidas dos conveniados


O jornal É Notícia recebeu reclamações de funcionários públicos conveniados do Iamspe, que não conseguiam atendimento médico e nem a realização de exames pelo convênio.

Por isso, entramos em contato com a Santa Casa de Misericórdia de Tatuí e com o Iamspe, para esclarecer as principais dúvidas dos conveniados.
Consultas
De acordo com a assessoria de imprensa do Iamspe, o Sistema de Saúde Iamspe mantém hoje atendimento local em 189 municípios e conta com mais de 1.700 médicos credenciados que atendem o servidor direto em clínicas e consultórios particulares.
Em Tatuí se credenciaram até agora apenas quatro médicos que atendem nas especialidades de clínica médica, cardiologia e ortopedia:
Clínica Médica - Rua do Cruzeiro,nº 1022, Centro. Tel.:3251 4173
Clínica Médica, Cardiologia - Rua Cônego Demetrio, nº 890, Centro. Tel.:3251-4941
Ortopedi a- Rua 13 de Fevereiro, nº321, Centro. Tel.: 3205-2526
Otorrinolaringologia - Rua Capitão Lisboa, nº 715, Cj. 33 – Edifício 1º de Maio, Centro. Tel.:3259-1152
O Iamspe está empenhado em ampliar sua rede de prestadores de serviço no Estado, inclusive em Tatuí. Em 2008, quando o Instituto passou para a Secretaria de Gestão Pública, foi iniciado um processo de modernização com a implantação de um novo modelo de assistência.
A meta do Iamspe para Tatuí é credenciar o mais rápido possível pelo menos mais oito profissionais sendo um clínico geral, um dermatologista, um endocrinologista, um gastroenterologista, dois ginecologistas, um neurologista e um pediatra. Para isso, o credenciamento continua aberto e mais informações podem ser obtidas no site www.iamspe.sp.gov.br.
O Instituto remunera por atendimento e paga R$ 34 por consulta, mesma faixa de valor de outros planos. Periodicamente funcionários do Iamspe entram em contato com médicos de Tatuí em busca de novos credenciados.
A estratégia de expansão do Iamspe também prevê a contratação de hospitais, como a Santa Casa de Tatuí. O Iamspe já tentou credenciar o Hospital da Unimed em Tatuí e assim aumentar a oferta de serviços aos seus usuários, mas a citada entidade hospitalar informou que não tem interesse no contrato.
Iamspe e a Santa Casa de Tatuí
O interventor municipal da Santa Casa de Tatuí, Antonio Marcos de Abreu, esclareceu que o conveniado do Iamspe tem o direito só à internação no hospital. A partir do momento que ele for internado, receberá todo o atendimento médico necessário, assim como poderá realizar todos os exames clínicos que precisar. “Se a pessoa for internada aqui pelo Iamspe e precisar de qualquer médico, ela terá esse atendimento, inclusive se precisar de cirurgia, terá também”.
Exames
De acordo com a assessoria de imprensa do Iamspe, a Santa Casa de Tatuí deve realizar os exames clínicos que oferece também para os conveniados do Iamspe que não estejam internados. Já o interventor da Santa Casa afirmou que o hospital só oferece exames para pacientes internados, mas disse que realizou uma reunião com laboratórios para resolver o assunto.
Ainda conforme a assessoria de imprensa do convênio, no começo do ano, o Iamspe credenciou a empresa Diagnósticos da América, dona das marcas Delboni e Lavoisier, para oferecer exames laboratoriais e de imagem em várias cidades do interior. A entrada em funcionamento das unidades será progressiva, mas já estão confirmados novos laboratórios nas cidades de Sorocaba até o final de abril e em Itapetininga em data a ser definida.
Para viabilizar a ampliação da sua rede de atendimento, o Iamspe conta com um repasse de R$ 250 milhões até 2010. Liberado pelo governador José Serra, os recursos só podem ser usados em novos investimentos e melhoria do atendimento.
Extraído do blog jornalenoticia.blogspot.com

sábado, 13 de março de 2010

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Do jornal TRIBUNA JUDICIÁRIA fev2010